Em um processo democrático, durante a assembleia geral dos servidores penitenciários do estado da Bahia com representantes do interior e da capital, a categoria resolveu, que apesar de o governo não merecer mais voto de confiança, demonstrar superioridade, seriedade e serenidade e conceder ao governo mais um prazo.
Por maioria simples os servidores presentes na assembleia decidiram por SUSPENDER A GREVE até terça feira estendendo os prazos e dando ao governo mais um tempo conforme foi solicitado à categoria pelos representantes presentes na assembleia, a saber, o deputado Nelson Pelegrino que se comprometeu em se inteirar das demandas e ajudar nas negociações.
Fizeram também uso da palavra o diretor de segurança prisional Julio Cesar e o assessor especial do gabinete do secretário Luiz Antonio Fonseca. Após ouvirmos as considerações dos representantes do interior e da capital encaminhamos para votação duas propostas: 1ª – Suspender o movimento paredista até terça com assembleia geral na quarta-feira às 9h, tempo em que o governo dar-nos-á resposta à nossa pauta de reivindicações. 2ª – Mantermos a greve até que o governo respondesse a contento da categoria aos itens da pauta de reivindicações. Assim sendo, venceu a primeira proposta.
Por maioria simples os servidores presentes na assembleia decidiram por SUSPENDER A GREVE até terça feira estendendo os prazos e dando ao governo mais um tempo conforme foi solicitado à categoria pelos representantes presentes na assembleia, a saber, o deputado Nelson Pelegrino que se comprometeu em se inteirar das demandas e ajudar nas negociações.
Fizeram também uso da palavra o diretor de segurança prisional Julio Cesar e o assessor especial do gabinete do secretário Luiz Antonio Fonseca. Após ouvirmos as considerações dos representantes do interior e da capital encaminhamos para votação duas propostas: 1ª – Suspender o movimento paredista até terça com assembleia geral na quarta-feira às 9h, tempo em que o governo dar-nos-á resposta à nossa pauta de reivindicações. 2ª – Mantermos a greve até que o governo respondesse a contento da categoria aos itens da pauta de reivindicações. Assim sendo, venceu a primeira proposta.
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